Envolvimento de CD200 na infectividade de isolados de Leishmania (Leishmania) amazonensis associados à leishmaniose cutânea localizada e leishmaniose cutânea difusa.

Leishmania (Leishmania) amazonenses está associada à leishmaniose cutânea difusa (DCL) e localizada (LCL). LCL se apresenta como uma lesão única com cura espontânea e DCL apresenta nódulos não ulcerativos que se espalham pela pele. Até o momento não se conhecem os fatores que influenciam na apresent...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Samper, Lina Borda
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-22022016-145503
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42135/tde-22022016-145503/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Leishmania (Leishmania) amazonenses
CD200
Diffuse cutaneous leishmaniasis
L. (L.) amazonenses
Leishmaniose cutânea difusa
Leishmaniose cutânea localizada
Localized cutaneous leishmaniasis
Macrófagos
Macrophages
Descripción
Sumario:Leishmania (Leishmania) amazonenses está associada à leishmaniose cutânea difusa (DCL) e localizada (LCL). LCL se apresenta como uma lesão única com cura espontânea e DCL apresenta nódulos não ulcerativos que se espalham pela pele. Até o momento não se conhecem os fatores que influenciam na apresentação destas manifestações. A virulência do parasito tem sido associada com a capacidade de sobreviver no macrófago ativado. CD200 é uma glicoproteína reguladora que ativa o CD200R, gerando a inibição da resposta próinflamatória do macrófago. Recentemente foi demonstrado que no processo de infecção por L. (L.) amazonenses, há indução de CD200 no começo da infecção, aumentando a supervivência do parasito. O objetivo principal foi determinar a associação da expressão de CD200 na infecção de macrófagos com isolados de L. (L.) amazonenses associados à LCL ou DCL. Observamos que o aumento da expressão da proteína nos tempos avançados de infecção está relacionado com um aumento na infectividade dos isolados e um maior número de parasitos por célula infectada.