Gestão escolar: da centralização à descentralização
Nos últimos anos vivenciamos grandes alterações na forma de organização e administração do trabalho escolar, as quais resultam em um intenso debate sobre o assunto. Frequentemente, as análises sobre as alterações administrativas privilegiam os aspectos políticos, assumindo, ao mesmo tempo, a crítica...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP) |
| Repositorio: | Revista Política e gestão educacional |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/9308 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.fclar.unesp.br/rpge/article/view/9308 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | gestão escolar centralização descentralização |
| Sumario: | Nos últimos anos vivenciamos grandes alterações na forma de organização e administração do trabalho escolar, as quais resultam em um intenso debate sobre o assunto. Frequentemente, as análises sobre as alterações administrativas privilegiam os aspectos políticos, assumindo, ao mesmo tempo, a crítica ao centralismo burocrático, inflexível e ineficaz e a defesa da administração democrática, descentralizada e participativa. De nossa parte, no entanto, consideramos que, para apreender os novos rumos tomados pela gestão da educação, é imprescindível analisá-las à luz das mudanças ocorridas no mundo do trabalho e da produção, cuja compreensão histórica também se faz necessária. Por isso, definimos como principal objetivo desse artigo analisar o movimento de substituição do modelo de administração centralizada por novas práticas organizacionais descentralizadas, consideradas mais democráticas. É inerente à análise uma discussão sobre o movimento de substituição do modelo de acumulação taylorista/fordista pelo modelo flexível, que envolve novas formas de gerenciamento (trabalho em grupo, a cooperação, a participação direta nos processos de decisão, a flexibilização e a descentralização). Essas novas formas não se restringiram aos muros da empresa: importadas pela administração pública, condicionaram a forma de gerir as organizações e as instituições, inclusive a educacional. |
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