“Meu corpo é meu lugar de fala”: entrevista com Lubi Prates
DOI: https://dx.doi.org/10.35572/rlr.v1i9.1717 É na condição de mulher negra e de escritora, que a poeta Lubi Prates tem participado de viagens e festivais, trazendo, principalmente, a questão racial à luz do cenário nacional. Mediou em 2019, o Clube de Leitura Antirracista e organizou o ci...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) |
| Repositorio: | Revista Letras Raras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.revistas.editora.ufcg.edu.br:article/1083 |
| Acceso en línea: | https://revistas.editora.ufcg.edu.br/index.php/RLR/article/view/1083 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Corpo Lubi Prates |
| Sumario: | DOI: https://dx.doi.org/10.35572/rlr.v1i9.1717 É na condição de mulher negra e de escritora, que a poeta Lubi Prates tem participado de viagens e festivais, trazendo, principalmente, a questão racial à luz do cenário nacional. Mediou em 2019, o Clube de Leitura Antirracista e organizou o ciclo de diálogos ‘Poesia Insubmissa’, e o ciclo de debates ‘O negro como narrador’, tudo para que vozes negras fossem erguidas no papel central de suas narrativas, assumindo assim, uma subjetividade singular, daqueles que falam por si e com isso repudiam os estereótipos negativos repetidos cotidianamente. A potência de seu trabalho também é vista em sua obra ‘um corpo negro’ (2018, traduzida para o inglês, espanhol e francês), que foi indicada para o 61⁰ Prêmio Jabuti e a 4ª edição do Prêmio Rio de Literatura. Sua plaquete ‘permanece,’ (2018) foi republicada em 2019 e contemplou a lista dos melhores livros do ano, ao resgatar a experiência do amor entre pessoas negras, roubado no período de escravização. E ainda, entrecruzando suas escrevivências com outras poetas negras reuniu na antologia “Nossos poemas conjuram e gritam” (2019) sete nomes fortes da atualidade: Conceição Evaristo, Esmeralda Ribeiro, Neide Almeida, Nina Rizzi, Jarid Arraes, Natasha Felix e Lívia Natália, num belo trabalho de “contranarrativas”, que exalta a força literária daquelas que brilham e lutam em prol de raça, classe e gênero. |
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