Guy Debord e a poesia de In girum imus nocte et consumimur igni
Estudarei no presente artigo o processo de criação do texto de In girum imus nocte et consumimur igni, filme e livro de Guy Debord. Trabalharei com uma documentação manuscrita inédita conservada no recém-criado Fundo Guy Debord da Biblioteca Nacional da França. Procurarei mostrar como Debord, atravé...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Manuscrítica (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/177709 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/manuscritica/article/view/177709 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Guy Debord Détournement Plágio Autobiografia Intertextualidade. |
| Resumo: | Estudarei no presente artigo o processo de criação do texto de In girum imus nocte et consumimur igni, filme e livro de Guy Debord. Trabalharei com uma documentação manuscrita inédita conservada no recém-criado Fundo Guy Debord da Biblioteca Nacional da França. Procurarei mostrar como Debord, através da prática do desvio (détournement), se apropria de textos poéticos vários – de Dante, Villon, Li Po, entre outros – com o objetivo de compor uma representação lírica de sua própria vida. |
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