[pt] ATÉ QUE PONTO O NARCISISMO PODE SER DATADO? UMA REFLEXÃO À LUZ DAS CONTRIBUIÇÕES DE PIERA AULAGNIER
[pt] Esta tese propõe-se a refletir sobre o sofrimento humano na contemporaneidade. O maior empenho foi no sentido de não cometer generalizações apressadas, quase sempre reducionistas. Para tanto, procurou-se estabelecer uma interlocução com psicanalistas que, assim como nós, reconhecem que determin...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2008 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:MAXWELL.puc-rio.br:11780 |
| Acceso en línea: | https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11780&idi=1 https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=11780&idi=2 http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.11780 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | [pt] IDENTIFICACAO [pt] CONTEMPORANEO [pt] IDEAL DO EU [pt] NARCISISMO [pt] SUJEITO [en] IDENTIFICATION [en] CONTEMPORARY [en] EGO IDEAL [en] NARCISSISM [en] SUBJECT |
| Sumario: | [pt] Esta tese propõe-se a refletir sobre o sofrimento humano na contemporaneidade. O maior empenho foi no sentido de não cometer generalizações apressadas, quase sempre reducionistas. Para tanto, procurou-se estabelecer uma interlocução com psicanalistas que, assim como nós, reconhecem que determinados tratamentos são refratários ao modelo clássico da psicanálise e, por isso, estão dispostos a ampliar o seu repertório teórico-clínico seguindo as pegadas de Freud, sem destituir jamais o seu legado. Privilegiaram-se, a partir da leitura da psicanalista Piera Aulagnier, as noções de violência, pictograma, alienação e paixão. A ideia de narcisismo moral, um dos destinos do conceito de narcisismo desde Freud, segundo o psicanalista André Green, foi também apresentada. Queremos supor que, realizado o percurso descrito, podemos sustentar a convicção de que precisamos continuar escutando o sujeito que sofre e não o sujeito contemporâneo, posto que só o primeiro é passível de tratamento. |
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