“Conhecer para converter” ou algo mais?: leitura crítica das etnografias missionárias de Henri-Alexandre Junod e Carlos Estermann
O colonialismo produziu diversos discursos sobre as culturas lo-cais, sendo que o discurso dos missionários é uma de suas varian-tes e, por sua vez, neste discurso estão inclusas as etnografias mis-sionárias. Apresentamos uma leitura crítica de duas etnografias missionárias produzidas nas até então...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Metodista de São Paulo (METODISTA) |
| Repositorio: | Repositório da METODISTA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.metodista.br:123456789/1207 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.metodista.br/handle/123456789/1207 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | África Angola e Moçambique Missões cristãs Colonialismo português na África Etnografias missionárias Henri-Alexandre Junod Carlos Estermann Angola and Mozambique Christian missions Portuguese colonialism in Africa Missionary ethnographies Ciências Humanas |
| Sumario: | O colonialismo produziu diversos discursos sobre as culturas lo-cais, sendo que o discurso dos missionários é uma de suas varian-tes e, por sua vez, neste discurso estão inclusas as etnografias mis-sionárias. Apresentamos uma leitura crítica de duas etnografias missionárias produzidas nas até então colônias portuguesas, os ter-ritórios de Angola e Moçambique. A primeira, intitulada Usos e costumes dos bantos: a vida duma tribo sul-africana, cujo autor é o missionário Henri-Alexandre Junod (1863-1934); a segunda, in-titulada Etnografia do sudoeste de Angola, cujo autor é o missio-nário Carlos Estermann (1896-1976). Problematizamos a relação entre a ação missionária, o colonialismo português e as culturas lo-cais dos territórios de Angola e Moçambique, através da análise destas etnografias missionárias. Destacamos que estas etnografias, além de apresentarem a riqueza das formas de vida das sociedades nativas, sinalizam como se efetivaram as negociações entre estes missionários em suas práticas de missionação e seus interlocutores nativos. |
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