Sistema Urubu: a ciência cidadã em prol da conservação da biodiversidade

Atropelamento de animais em estradas é um dos impactos mais estudados em Ecologia de Estradas no mundo. Atualmente diversos projetos e plataformas de ciência cidadã têm sido desenvolvidos para quantificar esse impacto, como é o caso do Sistema Urubu, a maior rede para conservação da biodiversidade b...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Castro, Érika Paula, Bager, Alex
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositório:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/40127
Acesso em linha:https://repositorio.ufla.br/handle/1/40127
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Atropelamento de fauna
Ecologia de estradas
Políticas públicas
Road kill
Road ecology
Public policy
Descrição
Resumo:Atropelamento de animais em estradas é um dos impactos mais estudados em Ecologia de Estradas no mundo. Atualmente diversos projetos e plataformas de ciência cidadã têm sido desenvolvidos para quantificar esse impacto, como é o caso do Sistema Urubu, a maior rede para conservação da biodiversidade brasileira. Trata-se de uma plataforma de ciência cidadã para coleta e gestão de dados de atropelamento de fauna selvagem, criada em 2014 pelo Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas. A principal ferramenta do sistema é um aplicativo, gratuito e disponível para Android e IOs, que conta hoje com mais de 23 mil usuários e mais de 24 mil registros. Seu grande diferencial, quando comparado a outros projetos e plataformas, está na confiabilidade dos dados, uma vez que possui um rigoroso processo de validação de registros realizado por especialistas das diferentes classes de fauna. Além disso, trata-se de uma plataforma que gerou publicação de vários artigos científicos, além de ter contribuído para estruturação da Estratégia Nacional para Mitigação de Impactos da Infraestrutura Viária na Biodiversidade (BioInfra Brasil) e para criação do Projeto de Lei 466/15, já aprovado pela Câmara dos Deputados.