Simbolização na filosofia crítica kantiana
Assim como conclui em grande estilo o movimento secular do esclarecimento filosófico, Kant projeta também o espaço em que se desenrolarão os programas da filosofia vindoura. Particularmente o idealismo alemão é dele tributário no que diz respeito à concepção de razão, ideia e mesmo de filosofia. Gos...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2025 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Kant e-prints (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8672281 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/kant/article/view/8672281 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Kant Symbolization Critical philosophy Simbolização Filosofia crítica Simbolización Filosofía crítica |
| Sumario: | Assim como conclui em grande estilo o movimento secular do esclarecimento filosófico, Kant projeta também o espaço em que se desenrolarão os programas da filosofia vindoura. Particularmente o idealismo alemão é dele tributário no que diz respeito à concepção de razão, ideia e mesmo de filosofia. Gostaria de mostrar aqui que Kant pode ser considerado também aquele que demarcou o lugar em que tanto idealistas quanto românticos passariam a reclamar o que chamavam de “uma nova mitologia”. Para tanto, partirei de um pequeno texto, publicado pela primeira vez por Franz Rosenzweig, em 1917, sob o título de “O mais antigo programa de sistema do idealismo alemão”, e que pode ser considerado um verdadeiro programa da filosofia alemã no fim do século XVIII, portanto do pós-kantismo. |
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