A geopolítica das passagens em Beitbridge Moonwalk, de Dan Halter
O presente artigo realiza uma leitura de Beitbridge Moonwalk, vídeo do artista zimbabuense Dan Halter, apontando elementos significativos na atual configuração de geopolíticas de travessias. Para tanto, o texto recorre ao conceito de necropolítica, desenvolvido por Achille Mbembe, que permite temati...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | ARS (São Paulo. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/181495 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/ars/article/view/181495 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Arte africano contemporáneo Fronteras Desplazamientos humanos Necropolítica Migración Arte contemporânea africana Fronteiras Deslocamentos humanos Migração African Contemporary Art Borders Human Displacements Necropolitics Migration |
| Resumo: | O presente artigo realiza uma leitura de Beitbridge Moonwalk, vídeo do artista zimbabuense Dan Halter, apontando elementos significativos na atual configuração de geopolíticas de travessias. Para tanto, o texto recorre ao conceito de necropolítica, desenvolvido por Achille Mbembe, que permite tematizar e problematizar as redes de controles territoriais e a criminalização da mobilidade de pessoas e bens, engendrada através de uma política de morte. O crescente endurecimento das fronteiras nacionais tornou-se um importante fator limitante para as existências e práticas socioculturais e artísticas no continente africano. |
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