Avaliação radioisotópica da perfusão de retalhos cutâneos em ilha com descolamento prévio em relação ao músculo subjacente: estudo no rato

A integridade da perfusão sangüínea, em áreas previamente descoladas cirúrgica ou acidentalmente, ainda não foi esclarecida de modo satisfatório. Este detalhe é fundamental para o planejamento de retalhos comprometendo estas áreas. Este trabalho teve por objetivo avaliar, em ratos, a perfusão sangüí...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Mello Junior, Edgard José Franco [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2001
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/88906
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/88906
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Retalhos cirurgicos - Vasos sanguíneos
Blood vessels
Descripción
Sumario:A integridade da perfusão sangüínea, em áreas previamente descoladas cirúrgica ou acidentalmente, ainda não foi esclarecida de modo satisfatório. Este detalhe é fundamental para o planejamento de retalhos comprometendo estas áreas. Este trabalho teve por objetivo avaliar, em ratos, a perfusão sangüínea em áreas previamente descoladas cirurgicamente, utilizando-se microesferas radioativas. Foram utilizados 48 ratos Wistar, divididos em quatro grupos. O tegumento cutâneo do flanco esquerdo foi descolado e, após 0, 7, 14 e 28 dias, teve sua perfusão sangüínea avaliada por meio de contagem de microesferas radioativas e das contagens dos vasos dérmicos e subdérmicos. Os resultados observados demonstraram maiores valores nos índices retalho/controle obtidos pelas contagens da radiação gama emitida pelas microesferas marcadas com tecnécio-99m, com diâmetro médio de 15 μm, após 7, 14 e 28 dias, quando comparados ao dia zero (p < 0,001, Teste de Kruskal-Wallis). Os índices obtidos pela contagem de vasos sangüíneos por meio de histologia, foram iguais nos quatro grupos. Concluiu-se que, por meio da técnica das microesferas radioativas, foi possível detectar-se a presença de perfusão sangüínea com 7, 14 e 28 dias após o descolamento prévio do tegumento cutâneo em relação ao músculo subjacente e que não houve diferença na contagem dos vasos dérmicos e subdérmicos nos quatro grupos, pelo método histológico.