Pedagogia da tradução : entre bio-oficinas de filosofia
Do Projeto Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida / OBEDUC / CAPES / INEP / UFRGS, um traçado de possibilidades para pensar a Educação. O meio é composto por linhas que atravessam uma pedagogia da tradução entre Bio-Oficinas de Filosofia. Trata-se de dizer da travessia, do possível de...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2011 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/37369 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/37369 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Filosofia Tradução Escrita Leitura Imagem Pensamento Sensação Translation Reading-writing Thinking Image Sensation |
| Sumario: | Do Projeto Escrileituras: um modo de ler-escrever em meio à vida / OBEDUC / CAPES / INEP / UFRGS, um traçado de possibilidades para pensar a Educação. O meio é composto por linhas que atravessam uma pedagogia da tradução entre Bio-Oficinas de Filosofia. Trata-se de dizer da travessia, do possível de uma escritura ou, ainda, da potência transcriadora presente nas formas textuais que fazem ler-escrever a vida imanente. Uma pedagogia dos pormenores. Um processo de rachadura dos signos reducionistas durante a vazão de seus componentes vibráteis. Implica, portanto, a extração de visibilidades e de audíveis materializados em livros, quadros, esculturas, poesia, desenhos, fórmulas, arranjos e outras assinaturas. Estes, entendidos como territórios efetuados na tradução de rastros humanos e não humanos. Nesse sentido, também, uma Bio-Oficina de Filosofia é pensada como espaço de invenção das marcas que contam histórias do e no mundo: pistas que servem para novas conexões e sobrevoos de textos vividos e não vividos, aos quais importam a criação de ressonâncias intensivas, os desassossegos, as raspagens conceituais e algum desejo de retorno ao caos como plano do pensamento. |
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