Visões e devires de uma professora : a violência da sensação
A presente dissertação se inscreve nas fronteiras da Educação, da Arte e da Filosofia. É produto das artistagens do pensamento em exercícios de escrita conceitual e fabulatória, assim também como do desenho. Tudo se dá por uma necessidade: a da decifragem. Acometida por forças que desconhece, uma pr...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2013 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/83821 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/83821 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arte Pensamento Sensação Professor Teaching Art Thinking Sensation |
| Sumario: | A presente dissertação se inscreve nas fronteiras da Educação, da Arte e da Filosofia. É produto das artistagens do pensamento em exercícios de escrita conceitual e fabulatória, assim também como do desenho. Tudo se dá por uma necessidade: a da decifragem. Acometida por forças que desconhece, uma professora vê erguer, como gigantes, cinco expressões picturais e sonoras puras – visões paradas no tempo e no espaço - em diferentes lugares da instituição escolar, tornando-a irremediavelmente irreconhecível. Ao estranhar o outro - professores, alunos, aulas - é a si mesma, no entanto, que a professora estranha, seus próprios espaços-tempos é que são violentamente invadidos. Não obstante, o esforço que se move não segue na tentativa de um (re)encontrar ou de um (re)encontrar-se, como algo que de antemão, já é dado, muito pelo contrário. O pensamento, expulso de sua pretensa acomodação, é lançado a uma aventura involuntária que faz com que, no encontro com as visões que sofre, à maneira de um artista que trabalha, lute por arrancar de cada qual, perceptos e afectos, ou seja, a Figura como a forma sensível da sensação, conceito este tomado como vital. Na simultaneidade da destruição e da criação que engendra, essa dissertação aparece, principalmente com Deleuze, mas também com Nietzsche, Foucault, Proust, Valéry, Guattari, Bergson, Blanchot, Barthes, o pintor Francis Bacon e outros tantos tão amados, como o exercício de um eterno vir a ser - devires infindos se dão via a constituição de um processo de sensibilização que, ao jogar estética na existência, aciona o pensar do pensamento. Os agenciamentos que daí resultam, vêm como o traçado de intensidades inteiramente implicadas com a produção de novos modos de vida. A importância que isso apresenta é a mesma que faz dizer sobre a necessidade do contato das pessoas com a arte ou, o que é indispensável afirmar, dos alunos, com a arte, nas escolas. |
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