É a mesma menina? Homonormatividade nos vídeos de lésbicas futch no TikTok

A ampliação da circulação de vídeos no TikTok de lésbicas jovens, brancas, magras, sem deficiência, maquiadas, que mesclam as categorias femme e butch (futch) sem nunca se contrapor mais fortemente às normas de gênero deu origem a este artigo, que tem como operadores as diretrizes inscritas na lógic...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Joana Ziller de Araujo Josephson, Dayane do Carmo Barretos, Leíner Hoki, Kellen Xavier
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/61795
Acceso en línea:https://doi.org/10.25113/farol.v9i26.6769
http://hdl.handle.net/1843/61795
https://orcid.org/0000-0002-3150-1567
https://orcid.org/0000-0002-1947-4439
https://orcid.org/0000-0002-7263-2512
https://orcid.org/0000-0003-2590-4404
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Homonormatividade
TikTok
Plataforma
Lésbicas
Futch
Normas de gênero
Redes sociais
Descripción
Sumario:A ampliação da circulação de vídeos no TikTok de lésbicas jovens, brancas, magras, sem deficiência, maquiadas, que mesclam as categorias femme e butch (futch) sem nunca se contrapor mais fortemente às normas de gênero deu origem a este artigo, que tem como operadores as diretrizes inscritas na lógica algorítmica, usada para reafirmar a heteronorma; a homonormatividade e a inclusão pelo consumo, que a compõe. Defendemos que a junção da mediação algorítmica estabelecida pelo TikTok a um padrão homonormativo de lesbianidade resulta em uma padronização dos corpos que se dão a ver. Tal arranjo atua sobre a partilha do sensível, contribuindo para que uma menor diversidade de corpos sejam percebidos como possibilidades entre mulheres lésbicas.