Controle genético da tolerância à termoinibição em sementes de alface
A alface (Lactuca sativa L.) é a hortaliça folhosa de maior expressividade no mercado mundial e nacional, tanto por seu volume de produção quanto pela sua importância econômica. Devido à grande aceitação dessa hortaliça pelos brasileiros, apresenta demanda constante, sendo produzida durante todo o a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Lavras (UFLA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFLA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufla.br:1/13235 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/13235 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Fitotecnia Lactuca sativa L. Alface - Germinação Alface - Termoinibição Lettuce - Germination Lettuce - Thermoinhibition |
| Sumario: | A alface (Lactuca sativa L.) é a hortaliça folhosa de maior expressividade no mercado mundial e nacional, tanto por seu volume de produção quanto pela sua importância econômica. Devido à grande aceitação dessa hortaliça pelos brasileiros, apresenta demanda constante, sendo produzida durante todo o ano e em quase todas as regiões do país. Considerando-se as variações climáticas existentes entre as regiões do Brasil e a ampla distribuição geográfica dessa cultura, é comum a ocorrência de problemas com a germinação em locais com temperatura mais elevada. Normalmente, a temperatura ideal para a germinação das sementes de alface é de aproximadamente 20ºC, sendo que temperaturas acima dos 28ºC podem inibir a germinação. Um dos principais aspectos que afetam a germinação das sementes de alface em temperaturas elevadas diz respeito à termoinibição. A termoinibição consiste na perda da capacidade de germinar das sementes quando expostas a altas temperaturas, sendo esse um processo reversível, uma vez que a germinação pode ser retomada com a diminuição da temperatura a níveis adequados. A maioria das cultivares de alface utilizadas no Brasil é sensível à termoinibição, porém, encontram-se na literatura registros de genótipos tolerantes, a exemplo da cultivar Everglades, capaz de germinar acima de 70% a uma temperatura de 35ºC. Contudo, os mecanismos envolvidos na herança dessa característica ainda não foram suficientemente estudados para essa cultura. O objetivo deste trabalho foi estudar os mecanismos envolvidos no controle genético da tolerância à termoinibição em sementes de alface obtidas do cruzamento entre as cultivares de alface contrastantes Everglades e Verônica. A partir dos resultados obtidos, foi possível inferir que a tolerância à termoinibição em sementes de alface é um caráter controlado por um ou poucos genes com efeito aditivo predominante e com uma herdabilidade relativamente alta no sentido restrito, permitindo antever o sucesso com a seleção. Sendo assim, conclui-se que o melhoramento convencional da alface visando à tolerância à termoinibição é viável. |
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