Efeitos do treinamento de força com restrição de fluxo sanguíneo isolada e associada à eletroestimulação neuromuscular em parâmetros de força e atividade muscular do músculo quadríceps: ensaio clínico randomizado

Introdução: A Restrição de Fluxo Sanguíneo (RFS) se tornou uma alternativa para potencializar o fortalecimento em virtude da sua capacidade de promover mudança fisiológica e hipertrofia com um nível menor de sobrecarga mecânica. Combinada a Eletroestimulação Neuromuscular (ENM) traz a possibilidade...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Silva, Maria Vitória Gonçalves da
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/255313
Acesso em linha:https://hdl.handle.net/11449/255313
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Força muscular
Eletromiografia
Terapia por restrição de fluxo sanguíneo
Eletroestimulação neuromuscular
Músculo quadríceps
Estimulação elétrica nervosa transcutânea
Muscle strength
Electromyography
Blood flow restriction therapy
Transcutaneous electric nerve stimulation
Quadriceps muscle
Descrição
Resumo:Introdução: A Restrição de Fluxo Sanguíneo (RFS) se tornou uma alternativa para potencializar o fortalecimento em virtude da sua capacidade de promover mudança fisiológica e hipertrofia com um nível menor de sobrecarga mecânica. Combinada a Eletroestimulação Neuromuscular (ENM) traz a possibilidade de uma hipertrofia com maior quantidade de ativação de unidades motoras, com possível potencialização dos efeitos da RFS. Objetivos: Avaliar os efeitos do treinamento de força com RFS associado a ENM do músculo quadríceps em indivíduos fisicamente ativos em parâmetros de força, resistência e ativação muscular. Métodos: Trata-se de um ensaio clínico randomizado cego, que elegeu sujeitos com idade entre 18 e 35 anos; ambos os sexos e fisicamente ativos pelo Questionário Internacional de Atividade Física. Os voluntários foram randomizados em três grupos: Grupo Restrição de Fluxo (GRF), Grupo Restrição de Fluxo e Eletroestimulação (GRF-E) e Grupo Exercício Convencional (GEC). O teste de uma Repetição Máxima (1RM) unilateral foi utilizado para determinar a carga durante o treinamento, com adaptação em quatro semanas. Para avaliação de força e resistência muscular, foi utilizado um dinamômetro isocinético em modo concêntrico/excêntrico em duas velocidades angulares: 60º/s e 180º/s. Foi utilizada a Eletromiografia de Superfície (EMG) para registrar a atividade elétrica dos músculos do quadríceps durante a contração isométrica de 30s. O protocolo de intervenção contou com quatro séries de 30, 15, 15, 15 repetições na cadeira extensora, com um minuto de descanso entre as séries, carga de 30% 1RM e 50% da POT, com ajuste de 5% a cada semana até 80% da POT. O GRF-E seguiu a mesma metodologia, com uma corrente bifásica assimétrica, frequência de 50Hz e duração de pulso de 400us. No GEC foi realizado o exercício sem intervenção, três séries de dez repetições com 70% de 1RM. O treinamento teve duração de oito semanas, com frequência de duas vezes na semana e reavaliação ao fim do treinamento. Para análise estatística, foi utilizado o software GraphPad Prism versão 9.0.2 e os testes Anova one-way e Kruskal-Wallis, adotando p<0,05. Resultados: Não houve diferença estatisticamente significativa intra e inter grupos nas variáveis analisadas, exceto na variável de índice de fadiga da eletromiografia no músculo vasto lateral, quando comparado o GRFS e GRFS-E; Conclusão: Foi possível concluir que oito semanas de treinamento de força, não foram capazes de modificar os parâmetros avaliados.