Entre construções e ruínas: uma leitura do espaço amazônico em romances de Dalcídio Jurandir e Milton Hatoum
Nesta tese, visamos analisar a representação do espaço no corpus composto de três romances de Dalcídio Jurandir (1909-1979) e três de Milton Hatoum (1952-...) e que são, respectivamente: Três casas e um rio (1958), Belém do Grão Pará (1960) e Ribanceira (1978); Relato de um certo oriente (1989), Doi...
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2006 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-23082007-135808 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8149/tde-23082007-135808/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Amazon Amazônia Brazilian literature Dalcídio Jurandir Espaço Literatura Brasileira Milton Hatoum Space |
| Sumario: | Nesta tese, visamos analisar a representação do espaço no corpus composto de três romances de Dalcídio Jurandir (1909-1979) e três de Milton Hatoum (1952-...) e que são, respectivamente: Três casas e um rio (1958), Belém do Grão Pará (1960) e Ribanceira (1978); Relato de um certo oriente (1989), Dois irmãos (2000) e Cinzas do Norte (2005). Para tanto, realizamos discussão prévia sobre aspectos teóricos do espaço na literatura, assim como breve análise da tradição literária nortista, além de incursões pela história da literatura brasileira. Dessa forma, partindo do pressuposto da existência de uma tradição de representação ficcional da Amazônia, iniciada com os relatos dos viajantes, a obra de Dalcídio Jurandir foi analisada a partir de categorias como travessia e viagem na trajetória do personagem Alfredo, eixo e fio condutor dos romances, marcando a transição da literatura de ambientação rural ou interiorana para a ficção urbana. A seguir foram analisados na obra de Milton Hatoum os sentidos da recuperação e da disputa dos espaços íntimos da casa familiar, assim como a configuração da cidade de Manaus, além da incorporação da história à ficção. Cada qual a seu modo, esses dois autores são romancistas da cidade, leitores e intérpretes do espaço urbano em sua complexidade, criadores ficcionais que observam a cada passo de seus heróis como a história afeta a vida no interior das casas e se incorpora à memória familiar. |
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