Indicadores antropométricos como preditores de obesidade e risco cardiovascular em bombeiros militares.
Bombeiros militares frequentemente apresentam altos índices de obesidade, sendo crucial compreender como a localização do tecido adiposo afeta seu risco à saúde, visto que estudos apontam que a adiposidade localizada na parte superior do corpo está mais fortemente associada a doenças cardiovasculare...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFOP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufop.br:123456789/19857 |
| Acceso en línea: | https://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/19857 https://doi.org/10.56914/revistavigiles-2595-6043-v7n1-10 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Antropometria Risco cardiovascular Obesidade Doenças cardiovasculares Bombeiros |
| Sumario: | Bombeiros militares frequentemente apresentam altos índices de obesidade, sendo crucial compreender como a localização do tecido adiposo afeta seu risco à saúde, visto que estudos apontam que a adiposidade localizada na parte superior do corpo está mais fortemente associada a doenças cardiovasculares (DCV) do que a adiposidade na região glúteo femoral. Este estudo investigou a relação entre o perímetro do pescoço (PP) e medidas de adiposidade corporal associadas ao risco cardiovascular (RCV) em bombeiros militares. O estudo transversal contou com bombeiros militares da 2ª Companhia/1ª Pelotão de Bombeiros Militar de Ouro Preto-MG e do 1º Pelotão/Posto Avançado de Mariana e incluiu 44 indivíduos do sexo masculino, cujos dados foram coletados por meio de questionários e medidas antropométricas. Metade dos participantes estava com sobrepeso, seguido por eutrofia e obesidade. O RCV, avaliado pelo PP e pela circunferência da cintura (PC), foi identificado em 34,09% e 25% dos bombeiros, respectivamente. A correlação entre PP, PC e índice de massa corporal (IMC) foi positiva e significativa (p <0.001), sendo moderada com PC (0,597) e forte com IMC (0,710). A maioria dos bombeiros avaliados não apresentava RCV aumentado de acordo com PP e PC. A correlação entre PP e PC sugere que o PP, uma medida rápida e não invasiva, pode ser útil na detecção precoce do RCV. Este estudo destaca a importância de considerar medidas específicas de adiposidade na avaliação do RCV em bombeiros militares, para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e intervenção. |
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