INDICADORES ANTROPOMÉTRICOS COMO PREDITORES DE OBESIDADE E RISCO CARDIOVASCULAR EM BOMBEIROS MILITARES

Bombeiros militares frequentemente apresentam altos índices de obesidade, sendo crucial compreender como a localização do tecido adiposo afeta seu risco à saúde, visto que estudos apontam que a adiposidade localizada na parte superior do corpo está mais fortemente associada a doenças cardiovasculare...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Barbosa, Maria Fernanda Nunes Pinheiro, Araújo, Hana Gabriela Severino, Torres, Guilherme Costa, Aguiar, Aline Silva de, Vieira, Renata Adrielle Lima, Maurício, Silvia Fernandes, Toffolo, Mayla Cardoso Fernandes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBM MG)
Repositorio:Vigiles (Belo Horizonte. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:vigiles.bombeiros.mg.gov.br:article/27
Acceso en línea:https://vigiles.bombeiros.mg.gov.br/index.php/cbmmg/article/view/27
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:antropometria
risco cardiovascular
obesidade
doenças cardiovasculares
bombeiros
cbmmg
indicadores antropométricos e risco cardiovascular em bombeiros
Descripción
Sumario:Bombeiros militares frequentemente apresentam altos índices de obesidade, sendo crucial compreender como a localização do tecido adiposo afeta seu risco à saúde, visto que estudos apontam que a adiposidade localizada na parte superior do corpo está mais fortemente associada a doenças cardiovasculares (DCV) do que a adiposidade na região glúteo femoral. Este estudo investigou a relação entre o perímetro do pescoço (PP) e medidas de adiposidade corporal associadas ao risco cardiovascular (RCV) em bombeiros militares. O estudo transversal contou com bombeiros militares da 2ª Companhia/1ª Pelotão de Bombeiros Militar de Ouro Preto-MG e do 1º Pelotão/Posto Avançado de Mariana e incluiu 44 indivíduos do sexo masculino, cujos dados foram coletados por meio de questionários e medidas antropométricas. Metade dos participantes estava com sobrepeso, seguido por eutrofia e obesidade. O RCV, avaliado pelo PP e pela circunferência da cintura (PC), foi identificado em 34,09% e 25% dos bombeiros, respectivamente. A correlação entre PP, PC e índice de massa corporal (IMC) foi positiva e significativa (p <0.001), sendo moderada com PC (0,597) e forte com IMC (0,710). A maioria dos bombeiros avaliados não apresentava RCV aumentado de acordo com PP e PC. A correlação entre PP e PC sugere que o PP, uma medida rápida e não invasiva, pode ser útil na detecção precoce do RCV. Este estudo destaca a importância de considerar medidas específicas de adiposidade na avaliação do RCV em bombeiros militares, para o desenvolvimento de estratégias de prevenção e intervenção.