New coronavirus and environmental racism: brazilian slums as necropolitic zones
Embora se diga que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) é um vírus democrático, atingindo ricos e pobres, buscamos demonstrar neste artigo que a pandemia se alastra e é combatida de formas diferentes, tendo em consideração aspectos de classe e de raça, o que, no movimento por justiça ambiental, recebe o...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) |
| Repositorio: | Cadernos de Ciências Sociais Aplicadas (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/7150 |
| Acceso en línea: | https://periodicos2.uesb.br/ccsa/article/view/7150 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Necropolítica. Racismo ambiental. Coronavírus. Necropolitics. Environmental racism. Coronavírus. |
| Sumario: | Embora se diga que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) é um vírus democrático, atingindo ricos e pobres, buscamos demonstrar neste artigo que a pandemia se alastra e é combatida de formas diferentes, tendo em consideração aspectos de classe e de raça, o que, no movimento por justiça ambiental, recebe o nome de racismo ambiental. Tomando por paradigma a construção de favelas brasileiras e o modo como o Poder Público reage nessas localidades, é possível concluir que há operação necropolítica no combate à covid-19, isolando as favelas enquanto zonas de necropolítica. |
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