O trabalho docente no ensino superior em tempos de ensino remoto emergencial (ERE)
Este artigo busca analisar as implicações do Ensino Remoto Emergencial (ERE) para e no trabalho docente no Ensino Superior bbrasileiro, no contexto da pandemia de Covid-19, por meio de revisão de literatura e observação participante. O texto está organizado em dois momentos: num primeiro momento, ap...
| Autores: | , |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositório: | Libertas (Juiz de Fora. Online) |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufjf.br:article/35254 |
| Acesso em linha: | https://periodicos.ufjf.br/index.php/libertas/article/view/35254 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Ensino Remoto Emergencial Pandemia e Educação Trabalho Docente |
| Resumo: | Este artigo busca analisar as implicações do Ensino Remoto Emergencial (ERE) para e no trabalho docente no Ensino Superior bbrasileiro, no contexto da pandemia de Covid-19, por meio de revisão de literatura e observação participante. O texto está organizado em dois momentos: num primeiro momento, apresenta-se uma contextualização sobre o Ensino Superior Brasileiro, destacando seu perfil privatista e eadista. Na sequência, aborda-se sobre a reorganização do ensino no contexto pandêmico, a partir da discussão do ensino remoto emergencial. Para a análise destacam-se dois eixos de investigação: a plataformização no/do trabalho docente e a intensificação do trabalho e o ERE e a saúde mental dos docentes. Problematiza-se o agravamento das condições de trabalho dos/das docentes do Ensino Superior em um contexto de ensino remoto emergencial, por meio da plataformização da educação, bem como o adoecimento mental dos/as docentes. Enfrentar essas implicações é uma tarefa coletiva e um imperativo na defesa da educação pública, na crítica contundente aos interesses privatistas e eadistas e na luta por condições de trabalho não precarizadas. |
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