Friedrich Schiller e Gonçalves Dias
O artigo retraça algumas etapas da recepção de Schiller na Inglaterra e Portugal, especialmente no que se refere ao impacto causado pela peça Os bandoleiros e a narrativa O visionário. Schiller não apenas foi lido e traduzido, mas suas obras efetivamente produziram ecos na literatura fora da Alemanh...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Pandaemonium Germanicum (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/73567 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pg/article/view/73567 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Friedrich Schiller Wallenstein Gonçalves Dias Patkull |
| Sumario: | O artigo retraça algumas etapas da recepção de Schiller na Inglaterra e Portugal, especialmente no que se refere ao impacto causado pela peça Os bandoleiros e a narrativa O visionário. Schiller não apenas foi lido e traduzido, mas suas obras efetivamente produziram ecos na literatura fora da Alemanha. Seu estímulo, idéias e criações sem dúvida deram um impulso fundamental para o Romantismo de muitos países – inclusive do Brasil. Aqui suas reverberações chegaram via França ou Portugal, mas, pelo menos no caso de Gonçalves Dias, Schiller foi lido diretamente em alemão. A importância de Schiller para a obra de Gonçalves Dias pode ser percebida com maior clareza na peça Patkull, que se ampara em Wallenstein, e também na tradução A noiva de Messina, em que o romântico brasileiro trabalhava na época de sua morte tão precoce. |
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