O telejornal como ato de presença: um estudo da dimensão sensível no Jornal Nacional
Carro-chefe da programação das emissoras, o telejornal traz-nos diariamente os principais acontecimentos políticos, econômicos e sociais do Brasil e do mundo, sob o formato de um discurso sincrético, constituído a partir do acoplamento das linguagens gestual, verbal, visual, sonora, etc. A hipótese...
| Author: | |
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| Format: | master thesis |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2006 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repository: | Repositório Institucional da UNESP |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/89409 |
| Online Access: | http://hdl.handle.net/11449/89409 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Comunicação Telejornal Dimensão sensível Enunciação sincrética Presença Sensitive dimension Syncretic enonciation Presence TV News |
| Summary: | Carro-chefe da programação das emissoras, o telejornal traz-nos diariamente os principais acontecimentos políticos, econômicos e sociais do Brasil e do mundo, sob o formato de um discurso sincrético, constituído a partir do acoplamento das linguagens gestual, verbal, visual, sonora, etc. A hipótese de análise desta dissertação é que o telejornal impõe um modo de presença que lhe é específico devido a sua enunciação sincrética, que articula elementos das dimensões cognitiva, pragmática e, sobretudo passional (ou patêmica) do discurso. O telejornal seria, nessa perspectiva, um objeto semiótico que se faz ser e sentir, somática e sensorialmente, presente para o telespectador. Como corpus dessa pesquisa, elegemos uma edição do Jornal Nacional, principal telejornal brasileiro, veiculado pela Rede Globo. Como referencial teórico para desvelar a enunciação sincrética do telejornal e o sentido por ela produzido, recorreremos, inicialmente, a McLuhan (1971) e sua tese o meio é a mensagem, que nos ajudará a evidenciar os afluentes do meio televisivo e, em seguida, aos atuais desdobramentos da semiótica, em particular, a semiótica das experiências sensíveis, conforme proposto por Landowski (2001). |
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