Matrizes neuroeletrônicas.

Nesta tese são utilizadas culturas de neurônios sobre microestruturas para a proposta de interpretações em questões tradicionais em neurociência como por exemplo a respeito do desenvolvimento neural \"in vitro\" e de respostas a estímulos elétricos. Diversos tipos de interação entre estrut...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Peixoto, Nathalia Lopes Vieira
Tipo de documento: tese
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2001
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-25102024-085453
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3140/tde-25102024-085453/
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Neurociências
Neurônios
Neurons
Neurosciences
Descrição
Resumo:Nesta tese são utilizadas culturas de neurônios sobre microestruturas para a proposta de interpretações em questões tradicionais em neurociência como por exemplo a respeito do desenvolvimento neural \"in vitro\" e de respostas a estímulos elétricos. Diversos tipos de interação entre estruturas microfabricadas e culturas primárias de neurônios são investigadas. As duas principais contribuições são a modificação da arborização axonal como conseqüência de manipulações da configuração geométrica do substrato e o controle de disparos neurais dependendo da freqüência de estímulo. Matrizes de microeletrodos são projetadas, fabricadas e caracterizadas objetivando a aquisição de sinais extracelulares, estimulação elétrica, manutenção em cultura e a visualização de células extraídas de Helix aspersa máxima. A representação dos intervalos seqüenciais em três dimensões é utilizada para a visualização de atividade espontânea e de respostas a estímulos elétricos. Aplicando-se a técnica de agrupamento por partição são avaliadas respostas excitatórias aos estímulos aplicados. Entre os resultados obtidos em culturas de células individuais destacam-se ainda a observação da inibição por contato e a determinação do limiar de densidade de carga injetada, que se situa entre décimos e unidades de \'MICROMETROS\'C/\'cm POT. 2\', definindo pela primeira vez um limite inferior experimental para a estimulação extracelular.