Indicações Geográficas de Vinhos Brasileiros.
O tema das Indicações Geográficas (IG?s) não é contemporâneo. Desde os primórdios na antiga Grécia (século IV), há relatos de produtos que fazem relação com o lugar de origem como os vinhos de Corinto, as amêndoas de Naxos, o mel da Sicília e o mármore de Paros, enquanto no Império Romano, sob o rei...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | capítulo de libro |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) |
| Repositorio: | Repositório de Informação Tecnológica da Embrapa (Infoteca-e) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.infoteca.cnptia.embrapa.br:doc/1144031 |
| Acceso en línea: | http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1144031 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Indicação Geográfica (IG) Vinho |
| Sumario: | O tema das Indicações Geográficas (IG?s) não é contemporâneo. Desde os primórdios na antiga Grécia (século IV), há relatos de produtos que fazem relação com o lugar de origem como os vinhos de Corinto, as amêndoas de Naxos, o mel da Sicília e o mármore de Paros, enquanto no Império Romano, sob o reinado de Augustus, eram conhecidas as tâmaras do Egito, o presunto de Gália, as ostras de Brindisi e o mármore de Carrara. Na Bíblia. existem relatos de proteção de produtos como o vinho em Gedi (Cânticos I, 14), o cedro do Líbano (Cânticos III, 19 e Reis V, 6) que utilizavam uma espécie de sobrenome para produtos de diferentes origens, onde esta qualidade e diferenciação eram reconhecidas pelos consumidores (BRUSH, 2011; HATCHUEL, 2018, BERTOZZI, 1995, VALENTE et al., 2012). |
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