Construir o contemporâneo: Bauchau revendo Antígona, de Sófocles
Comparando Antígona, o segundo livro de Bauchau sobre o ciclo de Tebas e a tragédia do mesmo nome de Sófocles, pergunto em que medida a personagem Antígona se aproxima das teorias queer, freudiana e da astrofísica. Distinta de Sófocles, a Antígona de Bauchau se desdobra não só em outra mulher, Io, q...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Manuscrítica (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/178345 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/manuscritica/article/view/178345 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Antigone Sophocle Bauchau queer Freud quantum theory Antígona Sófocles teoria quântica |
| Sumario: | Comparando Antígona, o segundo livro de Bauchau sobre o ciclo de Tebas e a tragédia do mesmo nome de Sófocles, pergunto em que medida a personagem Antígona se aproxima das teorias queer, freudiana e da astrofísica. Distinta de Sófocles, a Antígona de Bauchau se desdobra não só em outra mulher, Io, que anuncia o futuro da mulher, livre e portadora de esperanças, mas andrógena, ela, como Freud, define a psique humana como dupla contrária à divisão tradicional em gêneros da sociedade e confirma o poema de Mario de Andrade: sou trezentos. |
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