ALÉM DE RAWLS: ALGUMAS CRÍTICAS DE AMARTYA SEN SOBRE IMPARCIALIDADE, EQUIDADE E LIBERDADES

DOI: 10.12957/rfd.2015.12433O presente trabalho analisa alguns aspectos mais basilares da teoria da Justiça de John Rawls, sob a perspectiva dicotômica entre Justiça Transcendental e Justiça Comparativa, esboçada por Amartya Sen. Os dois prismas analisados no artigo são a ideia de liberdade de Rawls...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Liziero, Leonam Baesso da Silva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Revista da Faculdade de Direito da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/12433
Acceso en línea:https://www.e-publicacoes.uerj.br/rfduerj/article/view/12433
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:John Rawls
Justiça
Imparcialidade
Teoria da Justiça
Descripción
Sumario:DOI: 10.12957/rfd.2015.12433O presente trabalho analisa alguns aspectos mais basilares da teoria da Justiça de John Rawls, sob a perspectiva dicotômica entre Justiça Transcendental e Justiça Comparativa, esboçada por Amartya Sen. Os dois prismas analisados no artigo são a ideia de liberdade de Rawls e o caráter transcendental de sua teoria derivados de sua abordagem contratualista, na qual pessoas unem-se voluntariamente em um plano hipotético com um propósito de obter benefícios maiores que conseguidos de forma isolada. A partir da racionalidade das partes com um desinteresse pessoal e com um interesse geral garantidos por um hipotético véu da ignorância gera os princípios necessários para uma sociedade justa, que somente pode ser alcançada com a constituição de uma sociedade politicamente estruturada. Neste contexto, Sen analisa os problemas nessa concepção formula outra na qual a relação entre a instituição política e o comportamento individual real é vital para uma completa concepção de justiça.