Portografando : uma oficina de fotografia em um Centro de Atenção Psicossocial
A reabilitação psicossocial é uma prática trabalhada em serviços de base comunitária, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Os grupos e oficinas terapêuticas visam o desenvolvimento de habilidades — tanto técnicas como relacionais, além de promover a socialização, a autonomia e o protagoni...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/265627 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/265627 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Assistência à saúde mental Reabilitação psiquiátrica Intervenção psicossocial Mental health assistance Psychiatric rehabilitation Psychosocial intervention Atención a la salud mental Rehabilitación Psiquiátrica Intervención psicosocial |
| Sumario: | A reabilitação psicossocial é uma prática trabalhada em serviços de base comunitária, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). Os grupos e oficinas terapêuticas visam o desenvolvimento de habilidades — tanto técnicas como relacionais, além de promover a socialização, a autonomia e o protagonismo. A fotografia e seu avanço tecnológico destacam-se como um importante recurso que vem impactando nos modos de produção de subjetividade. Este artigo obje-tiva descrever e discutir a criação, desenvolvimento e repercussão de uma Oficina de Fotografia em um CAPS II do município de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Trata-se de um relato de experiência de um grupo fechado, de 12 sessões. O número de participantes variou de dois a seis usuários. A duração dos encontros era de uma hora e meia, realizados semanalmente. A oficina mostrou-se capaz de despertar novos interesses nos usuários, contribuindo para a inclusão social. Foi um local de respeito, interação e incentivo ao exercício da cidadania. Destaca-se, também, a apropriação dos usuários do direito à circulação por espaços não protegidos da cidade. A exposição a situações reais, com atividades externas, mostrou-se eficaz para trabalhar as habilidades sociais. A experiência da Oficina de Fotografia apresentou-se como um importante dispositivo para o desenvolvimento do sentimento de pertencimento e apropriação do território, oportunizando a qualificação no processo de reabilitação psicossocial dos usuários. |
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