Monumenta Anchietana, latinidade e o trabalho filológico de Armando Cardoso

José de Anchieta (1534-1597) foi um dos vultos da produção literária no Brasil quinhentista, tendo legado à posteridade obras em língua portuguesa, espanhola, latim e tupi, que evidenciam o multiculturalismo inicial da América portuguesa. Sua obra representa a transmissão da neolatinidade ibérica às...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Kaltner, Leonardo Ferreira
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Filologia e Linguística Portuguesa
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/144176
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/flp/article/view/144176
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Romance philology
Latinity
Anchieta
Filologia românica
Latinidade
Descrição
Resumo:José de Anchieta (1534-1597) foi um dos vultos da produção literária no Brasil quinhentista, tendo legado à posteridade obras em língua portuguesa, espanhola, latim e tupi, que evidenciam o multiculturalismo inicial da América portuguesa. Sua obra representa a transmissão da neolatinidade ibérica às Américas. Analisaremos, pois, no artigo, questões relativas às suas obras escritas em latim e à manutenção da latinidade no contexto do Brasil quinhentista, além de investigar o trabalho filológico desenvolvido por seu principal editor, Armando Cardoso, filólogo e linguista do século XX, que atuou no Brasil ao longo de décadas divulgando as obras de Anchieta. Por fim, apresentamos excerto do Poema epicum De Gestis Mendi de Saa, como exemplificação do trabalho filológico de Cardoso com a obra novilatina de Anchieta.