TROPICALISMO Y BARBÁRIE: RESISTÊNCIA CULTURAL E DICTADURA MILITAR EN BRASIL EN LOS AÑOS 1960
A partir dos índices do clima repressivo político-policial no Brasil do final dos anos 1960, enunciados nas letras das canções tropicalistas, identifica-se e analisa-se o caráter engajado-insurrecional do discurso musical produzido pelo chamado Grupo Baiano como mecanismo de enfrentamento político e...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) |
| Repositorio: | Revista Binacional Brasil-Argentina |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.periodicos2.uesb.br:article/6255 |
| Acceso en línea: | https://periodicos2.uesb.br/index.php/rbba/article/view/6255 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Tropicalismo Resistência Cultural Barbárie Ditadura Militar Brasil Resistencia cultural Barbarie Dictadura Militar |
| Sumario: | A partir dos índices do clima repressivo político-policial no Brasil do final dos anos 1960, enunciados nas letras das canções tropicalistas, identifica-se e analisa-se o caráter engajado-insurrecional do discurso musical produzido pelo chamado Grupo Baiano como mecanismo de enfrentamento político e de resistência cultural à barbárie institucionalizada com a consolidação do projeto de modernização autoritária-conservadora da ditadura militar instalada com o golpe de abril de 1964. Destoando do padrão formal do alinhamento dogmático entre arte e política, expresso na temática nacional-popular da canção engajada do período, o Grupo Baiano mediante a intervenção tropicalista, incorporou o imaginário internacional da juventude - rock n’roll (Beatles, Jimi Hendrix, Bob Dylan), drogas, liberdade sexual e rebeldia - à canção urbana, tematizou aspectos da sociedade de consumo (a dimensão mercadológica da música popular) e valorizou a diversidade musical/rítmica brasileira, numa atitude devoradora que retomava o radicalismo da vanguarda antropofágica do Modernismo de 1928. |
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