Fisiopatologia da epilepsia e perspectiva no tratamento com o uso dos canabinóides

A epilepsia é conceituada como um distúrbio neurológico crônico que produz descargas elétricas anormais e crises convulsivas. Afetando 2-3% da população, desencadeia impactos sociais, comportamentais e econômicos. O tratamento proposto para esta condição baseia-se em fármacos anticonvulsivantes que...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Medeiros, Elane Aparecida Pessoa de, Vieira, Giovanna Custódio, Souza, Raquel Assunção de
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Cruzeiro do Sul
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.cruzeirodosul.edu.br:123456789/1495
Acceso en línea:https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/1495
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FARMACIA
Epilepsia
Canabinóides
Cannabis
Canabidiol
Tetrahidrocanabinol
Descripción
Sumario:A epilepsia é conceituada como um distúrbio neurológico crônico que produz descargas elétricas anormais e crises convulsivas. Afetando 2-3% da população, desencadeia impactos sociais, comportamentais e econômicos. O tratamento proposto para esta condição baseia-se em fármacos anticonvulsivantes que alcança controle das crises na maioria dos casos. No entanto, 30% desses indivíduos são considerados farmacorresistentes, ou seja, são refratários ao tratamento convencional, pois não respondem bem aos anticonvulsivantes empregues. Tendo em vista a falta de alternativas terapêuticas para o tratamento da epilepsia, a planta do gênero Cannabis se apresenta como uma possibilidade nos casos refratários, visto que,contém mais de 100 compostos terpenofenólicos denominados canabinóides. Além disso, muitos estudos clínicos demonstram os efeitos benéficos do Canabidiol (CBD) e Δ9-Tetrahidrocanabinol (THC) que são os compostos ativos mais abundantes na planta, para controle das crises convulsivas.Há também a atividade moduladora das crises obtida pelo sistema endocanabinóide, que ocasionam melhora total ou parcial em casos refratários e consequentemente impedindo o surgimento de danos cerebrais, além disso, esses canabinóides utilizados não produzem efeitos adversos ou efeitos tóxicos relevantes e sua administração por um período longo não ocasiona tolerância, dependência ou abstinência.