Segurança hídrica e a gestão de risco da RMSP
A estiagem ocorrida no verão entre 2013 e 2014 prejudicou a recarga dos reservatórios do Sistema Cantareira e colocou em risco o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Apesar de ser atribuída aos fatores climáticos, a (in)ação dos tomadores de decisão no âmbito da gestão de recur...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-05022019-171315 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/106/106132/tde-05022019-171315/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Recursos Hídricos. Segurança Hídrica. Riscos. RMSP. Water Resources. Water Security. Risks. MRSP. |
| Sumario: | A estiagem ocorrida no verão entre 2013 e 2014 prejudicou a recarga dos reservatórios do Sistema Cantareira e colocou em risco o abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP). Apesar de ser atribuída aos fatores climáticos, a (in)ação dos tomadores de decisão no âmbito da gestão de recursos hídricos pode ter contribuído para o agravamento do que ficou conhecido como a pior crise hídrica desde 1953. A condução do gerenciamento da crise foi marcada pela incapacidade das autoridades em fornecer uma resposta para a solução dos problemas decorrentes. Dessa forma, esta dissertação teve como objetivo realizar um levantamento histórico da gestão de recursos hídricos da RMSP, identificar e analisar os instrumentos para a segurança hídrica e gestão de risco nas políticas e o conjunto de políticas e estratégias adotadas para a RMSP para combater a crise hídrica como planos, programas e obras em andamento ou planejadas com foco no Plano de Contingência. A pesquisa foi realizada por meio de estudo de caso. Este trabalho considera que não foram adotadas medidas que visassem a gestão de risco, mas sim a gestão de crise, caracterizada pelas ações reativas dos tomadores de decisão. Tais ações foram controversas aos princípios de integração, participação e descentralização das políticas de recursos hídricos. Essa situação refletiu na elaboração tardia do Plano de Contingência, que ofereceu diretrizes vagas e pouco esclarecedoras. |
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