Síntese de nanocompoósitos poliméricos PCL/PLGA/nanofibras de polipirrol para aplicação em conduto biocompatível para regeneração nervosa

Lesão de nervos periféricos continua sendo um importante tema de pesquisas no meio científico, podendo causar deficiência no paciente por toda a vida. Polímeros biocompatíveis são materiais potencialmente capazes de auxiliarem a regeneração de nervos periféricos sendo utilizados para a produção de t...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Ferreira, Cristina Lorenski
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/7591
Acceso en línea:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/7591
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Poli(ácido láctico-co-ácido glicólico)
Policaprolactona
Nanofibras de Polipirrol
Nanocompósitos
ENGENHARIAS
Descripción
Sumario:Lesão de nervos periféricos continua sendo um importante tema de pesquisas no meio científico, podendo causar deficiência no paciente por toda a vida. Polímeros biocompatíveis são materiais potencialmente capazes de auxiliarem a regeneração de nervos periféricos sendo utilizados para a produção de tubos biocompatíveis. O objetivo deste trabalho é preparar e caracterizar nanocompósitos poliméricos baseados em policaprolactona (PCL), poli(ácido láctico-co-glicólico) (PLGA) e nanofibras de polipirrol (PPy) capazes de atuarem como conduto guia na regeneração de nervos periféricos. PPy foi sintetizado via polimerização química oxidativa com ácido p-toluenosulfônico monohidratado (APTS) como agente dopante. Foram preparados filmes de blendas PCL:PLGA e de nanocompósitos PCL:PLGA:nanofibras de PPy pelo método de evaporação de solvente, nas razões de PCL:PLGA 100:0, 90:10, 80:20 e 70:30 (m/m); aos filmes com a nanocarga, foram adicionados 10% de PPy. Para caracterizá-los, foram utilizadas as técnicas: MEV, DSC, TGA, determinação da condutividade elétrica e do ângulo de contato, teste de citotoxicidade e de degradação hidrolítica, in vitro, com base na norma ASTM F1635-11. As nanofibras de PPy apresentaram condutividade elétrica igual a 2,0.10-1 S.cm-1. A presença de PLGA e de PPy não modificou, significativamente, as propriedades térmicas dos filmes. Porém, no processo de degradação, houve uma tendência à maior perda de massa para as blendas com maior percentual de PLGA quando submetidas a maiores tempos de incubação (150 dias); ao adicionar PPy às blendas, a perda de massa ocorreu em menores tempos (90 dias). Os filmes dos nanocompósitos apresentaram superfície atóxica e de morfologia porosa, com caráter hidrofílico intermediário, boa estabilidade térmica e tempo de degradação adequado para o potencial uso no tratamento de lesões em nervos periféricos.