A quem serve a nova universidade?
Como tem sido feito muitas vezes a partir do início dos anos 80, quando um tema começa a acirrar os ânimos da "comunidade acadêmica", o governo opta por antecipar-se no controle das inovações. O poder público, então, investe no debate, patrocinando discussões e financiando encontros onde,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1986 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Carlos Chagas (FCC) |
| Repositorio: | Cadernos de Pesquisa (Fundação Carlos Chagas. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.publicacoes.fcc.org.br:article/1322 |
| Acceso en línea: | https://publicacoes.fcc.org.br/cp/article/view/1322 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Reforma universitária Ensino superior Democratização da educação |
| Sumario: | Como tem sido feito muitas vezes a partir do início dos anos 80, quando um tema começa a acirrar os ânimos da "comunidade acadêmica", o governo opta por antecipar-se no controle das inovações. O poder público, então, investe no debate, patrocinando discussões e financiando encontros onde, com certa freqüência, são convidados a opinar justamente os questionadores da primeira hora. Com isso cumpre-se o ritual da "consulta às bases". A decisão dos grandes temas, porém, permanece exclisiva de poucos; mas, de tal maneira, as polêmicas são mantidas em panos quentes, esfria o calor da crítica. Alguns ganham tempo, outros perdem. É uma questão de onde se pões o observador a olhar. |
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