Argumentos favoráveis e contrários à pintura: algumas anotações
O texto discute as variadas compreensões sobre a pertinência ou impropriedade da pintura enquanto forma de arte canônica em face das experiências sociais e políticas da modernidade. Partindo de sua notória atribuição enquanto modelo de atividade autônoma entre sujeito e mundo no bojo da cultura ilum...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | ARS (São Paulo. Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/196961 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/ars/article/view/196961 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Pintura Arte autónomo Arte contemporáneo Arte autônoma Arte contemporânea Painting Autonomous Art Contemporary Art |
| Sumario: | O texto discute as variadas compreensões sobre a pertinência ou impropriedade da pintura enquanto forma de arte canônica em face das experiências sociais e políticas da modernidade. Partindo de sua notória atribuição enquanto modelo de atividade autônoma entre sujeito e mundo no bojo da cultura iluminista, a análise colige as propostas artísticas das correntes intituladas “boêmio-duchampiana” e “construtivista-soviética”, que redundarão na concomitância e, por vezes, rivalidade entre a pintura e novas formas de arte. Por fim, o trabalho sinaliza o pregnante residual histórico de tal debate ao assimilar os caminhos da produção artística atual. |
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