Justiça como equidade na escola, igualdade de base, currículo e avaliação externa

Este artigo apresenta os conceitos de igualdade de base e igualdade de conhecimentos adquiridos propostos, respectivamente por Dubet (2008, 2009) e por Crahay (2000), enquanto princípios relevantes para a consecução da justiça como equidade na escola. E explicita a relação existente entre tais conce...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Ribeiro, Vanda Mendes
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Institución:Centro de Estudos e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC)
Repositorio:Cadernos Cenpec (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.www.cadernos.cenpec.org.br:article/204
Acceso en línea:https://cadernos.cenpec.org.br/cadernos/index.php/cadernos/article/view/204
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Educação. Equidade. Avaliação.
Equidade. Desigualdade escolar. Justiça na escola. Currículo. Avaliação. Políticas educacionais.
Education. Equity. Evaluation.
Equity. Inequality in school. Justice in school. Curriculum. Evaluation. Educational policies.
Descripción
Sumario:Este artigo apresenta os conceitos de igualdade de base e igualdade de conhecimentos adquiridos propostos, respectivamente por Dubet (2008, 2009) e por Crahay (2000), enquanto princípios relevantes para a consecução da justiça como equidade na escola. E explicita a relação existente entre tais conceitos, currículo e avaliação externa por meio de testes em larga escala. Conclui que na perspectiva de justiça como equidade desses autores, o tipo de currículo mais adequado é o que traz objetivos de aprendizagem claros e estruturados. E que a avaliação externa por meio de testes em larga escala pode ser um importante pilar de políticas educacionais voltadas à equidade. Para tanto, há algumas condições: a) devem estar a serviço de um sistema de pilotagem coordenado pelos órgãos dirigentes da educação capaz de monitorar a aprendizagem de todos os alunos, sobretudo daqueles que têm nível socioeconômico mais baixo; b) devem oferecer pistas para uma intervenção pedagógica que busque reverter a tendência permanente, na escola, de impacto da desigualdade social sobre a desigualdade escolar.