O legado de Maquiavel no teatro de Luigi Pirandello
O presente artigo pretende analisar as obras Mandragola (1518), de Nicolau Maquiavel, e L’uomo, la bestia e la virtù (1919), de Luigi Pirandello, buscando evidenciar que, embora em séculos diferentes, os textos dos dramaturgos facultam um diálogo no que tange à utilização do recurso de máscaras soci...
| Autores: | , |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista de Italianística (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/169542 |
| Acesso em linha: | https://revistas.usp.br/italianistica/article/view/169542 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Machiavelli Pirandello Italian theater Comedy Teatro Italiano Commedia Maquiavél Teatro italiano Comédia |
| Resumo: | O presente artigo pretende analisar as obras Mandragola (1518), de Nicolau Maquiavel, e L’uomo, la bestia e la virtù (1919), de Luigi Pirandello, buscando evidenciar que, embora em séculos diferentes, os textos dos dramaturgos facultam um diálogo no que tange à utilização do recurso de máscaras sociais para encobrir seu real interesse, como, por exemplo, na figura do astuto, que usa uma poção na tentativa de ajudar a personagem principal a resolver seus problemas, e no emprego do riso como recurso estilístico. Assim como na obra de Maquiavel, é possível encontrar no texto de Pirandello uma sátira sobre a Itália de sua época, indicando uma série de hábitos de sua sociedade e, tal como Lucrezia na obra de Maquiavel, a Sra. Perella da obra de Pirandello disfarça sua traição e, mediante o riso (ou mais especificamente o riso humorístico), o autor siciliano direciona o público a perceber que, independente da época, manter as aparências é mais relevante para a manutenção do status social do que a essência e a virtude. |
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