Caracterização de amostras de Streptococcus suis em suínos clinicamente doentes no Brasil
No presente trabalho, estudaram-se aspectos epidemiológicos das infecções causadas por Streptococcus suis, enfocando, principalmente, a ocorrência dos seus diversos sorotipos. Analisaram-se 323 amostras de S. suis, isoladas de animais clinicamente doentes, as quais foram sorotipadas, de acordo com a...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2001 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repositorio: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/11248 |
| Acesso em linha: | http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/11248 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Suínos Streptococcus suis Sorotipos Ciências Agrárias |
| Resumo: | No presente trabalho, estudaram-se aspectos epidemiológicos das infecções causadas por Streptococcus suis, enfocando, principalmente, a ocorrência dos seus diversos sorotipos. Analisaram-se 323 amostras de S. suis, isoladas de animais clinicamente doentes, as quais foram sorotipadas, de acordo com a técnica de coaglutinação, utilizando soro hiperimune produzido para este trabalho. Um questionário foi elaborado e enviado aos proprietários das granjas questionários recebidos, positivas para observou-se que S. todas suis. as Analisando granjas os possuem sistema de criação de ciclo completo, 40,5% possuem entre 10 e 20 anos de existência e 38,1% possuem entre 100 e 500 matrizes. Pela sorotipagem das amostras, constatou-se que o S. suis está presente em vários estados brasileiros, sendo o maior número de isolados correspondente ao Estado de Minas Gerais (60,1%), seguido de São Paulo (10,4%) e Paraná (8,9%). O sorotipo 2 foi o mais freqüente (61,9%), seguido dos sorotipos 1, 3, 4, 7 e 8. O maior número de isolamentos foi obtido de cérebro (56,0%), seguido do pulmão (9,8%) e casos de septicemia (9,2%). Em relação à sensibilidade a antibióticos, as amostras de S. suis foram mais sensíveis a amoxicilina (96,4%), seguida de lincomicina-espectinomicina (90,9%), ampicilina (87,2%), cloranfenicol (79,1%) e penicilina (71,0%). |
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