Caracterização de granjas suínas infectadas por Streptococcus suis

Neste trabalho foram estudados aspectos epidemiológicos das infecções causadas por Streptococcus suis, enfocando-se a caracterização de granjas acometidas por este agente no Brasil. Um questionário foi elaborado e enviado para propriedades infectadas que foram identificadas a partir do banco de dado...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Del'Arco, Ana Elisa, Santos, Jósé Lúcio dos, Faria, José Eurico, Bevilacqua, Paula Dias, Guimarães, Walter Vieira, Pinto, Paulo Sérgio de Arruda
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Revista Acta Scientiae Veterinariae (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/16830
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/ActaScientiaeVeterinariae/article/view/16830
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Suínos
Streptococcus suis
Questionário
Descripción
Sumario:Neste trabalho foram estudados aspectos epidemiológicos das infecções causadas por Streptococcus suis, enfocando-se a caracterização de granjas acometidas por este agente no Brasil. Um questionário foi elaborado e enviado para propriedades infectadas que foram identificadas a partir do banco de dados do laboratório Microvet. Houve um retorno de 26,25% dos questionários, onde se observou que em 73,8% das propriedades, a suinocultura é a principal atividade desenvolvida, todas as granjas possuem sistema de criação intensivo convencional, 90,5% produzem no sistema de ciclo completo, 42,9% possuem entre 10 e 20 anos de existência e 38,1% possuem entre 100 e 500 matrizes. Quanto à infecção, a idade mais observada de ocorrência foi o período de creche (35,7%) e os sintomas nervosos foram os mais observados no momento do surto (59,4%). O controle da infecção se fez na maior parte das granjas por penicilina (26,2%) e o uso de vacinas ainda não é prática em todas as granjas. Apesar do reduzido número de questionários recebidos, os dados mostram uma tendência de que as granjas brasileiras, infectadas pelo S. suis, trabalham com o sistema intensivo de produção, sendo a maioria granjas de tamanho médio a grande e com mais de 10 anos de existência. Além disso, há uma tendência de que o surto da doença ocorra, em sua maioria, na fase de creche e o seu controle é feito por antibioticoterapia à base principalmente de penicilina.