‘Autoria’ no ritual telejornalístico
Resumo: O discurso telejornalístico é explorado neste estudo como um ritual de linguagem, e, por assim ser, sujeito a falhas, na perspectiva da Análise de Discurso francesa pecheutiana. O contato com o pensamento do historiador cultural Carlos Ginzburg levou a considerar, inicialmente, os detalhes c...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2009 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1520456 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/20.500.12733/36800 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Autoria Telejornalismo Authorship Television broadcasting news Artigo original |
| Sumario: | Resumo: O discurso telejornalístico é explorado neste estudo como um ritual de linguagem, e, por assim ser, sujeito a falhas, na perspectiva da Análise de Discurso francesa pecheutiana. O contato com o pensamento do historiador cultural Carlos Ginzburg levou a considerar, inicialmente, os detalhes como marcas significativas para a compreensão do funcionamento discursivo do telejornal. Tal peculiaridade apontou para a função-apresentador e apresentador-âncora como parte constituinte das condições de produção dos sentidos da notícia na abertura e finalização (do) ritual. Isso possibilitou esboçar o questionamento sobre se há espaços para a autoria desses lugares enunciativos e de que forma é possível ou se encontra apagada/interditada a autoria, discursivamente, na configuração da novidade no acontecimento ritual, que se dá na circulação, na relação com o tele-espectador. O percurso de análise reuniu rituais de abertura e finalização de três telejornais brasileiros de comunicação de massa, sendo o trajeto teórico-analítico corporificado na relação Althusser-Pêcheux-Foucault |
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