O REAL E SEUS TRUQUES: O EFEITO FANTÁSTICO EM THE PRESTIGE, DE CHRISTOPHER NOLAN
O presente trabalho tem como objetivo investigar a presença do “efeito fantástico” no filme The Prestige, de Christopher Nolan. A partir de pesquisadores do fantástico, como David Roas (2014) e Filipe Furtado (1980), como também de Roland Barthes, em seu ensaio “O efeito de real” (1968), verificar-s...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repositorio: | Abusões |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.e-publicacoes.uerj.br:article/32771 |
| Acceso en línea: | https://www.e-publicacoes.uerj.br/abusoes/article/view/32771 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Christopher Nolan Fantástico The Prestige Real. |
| Sumario: | O presente trabalho tem como objetivo investigar a presença do “efeito fantástico” no filme The Prestige, de Christopher Nolan. A partir de pesquisadores do fantástico, como David Roas (2014) e Filipe Furtado (1980), como também de Roland Barthes, em seu ensaio “O efeito de real” (1968), verificar-se-ão as ferramentas utilizadas por Nolan para construir um efeito de suspensão no espectador. Tal efeito tem o intuito de causar a hesitação - tão importante para a configuração do fantástico na narrativa - no receptor de sua obra, impossibilitando que ele faça uma escolha entre os caminhos que são apresentados no decorrer do filme. Assim, a partir de cortes inteligentes, da ambientação bem construída, do desenvolvimento psicológico dos personagens, entre outros, tem-se uma construção muito bem-feita do efeito fantástico durante todo o filme de Christopher Nolan. |
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