[pt] AS ESTRATÉGIAS AUTOPREJUDICIAIS E AS ATRIBUIÇÕES DE DESEMPENHO POR ESTUDANTES DO PRIMEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO

[pt] A autorregulação da aprendizagem é o processo de monitoramento, controle e reflexão sobre o próprio aprendizado de acordo com o grau em que os estudantes atuam a nível cognitivo, motivacional e comportamental nesse contexto. Algumas pesquisas que investigam as estratégias observadas em alunos n...

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Detalles Bibliográficos
Autor: BEATRIZ RODRIGUES SOARES
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:66485
Acceso en línea:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=66485&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=66485&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.66485
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:[pt] ENSINO MEDIO
[pt] ATRIBUICAO DE DESEMPENHO
[pt] ATRIBUICAO CAUSAL
[pt] ESTRATEGIA AUTOPREJUDICIAL
[en] HIGH SCHOOL TEACHING
[en] PERFORMANCE ATRIBUTTION
[en] CAUSAL ATTRIBUTTION
[en] SELF-HANDCAPPING STRATEGY
Descripción
Sumario:[pt] A autorregulação da aprendizagem é o processo de monitoramento, controle e reflexão sobre o próprio aprendizado de acordo com o grau em que os estudantes atuam a nível cognitivo, motivacional e comportamental nesse contexto. Algumas pesquisas que investigam as estratégias observadas em alunos no contexto da aprendizagem demonstram que, ao invés de ajudá-los, possuem alto potencial prejudicador, as chamadas estratégias autoprejudiciais. Utilizando Jones e Berglas como principal referencial teórico deste construto, a presente pesquisa articula este construto com a atribuição de causalidade de Weiner, com o objetivo de fornecer arcabouço teórico para a investigação da adoção de estratégias autoprejudiciais de aprendizagem por alunos do 1º ano do ensino médio e a atribuição do desempenho escolar. Para isso, foram utilizados como instrumentos a Escala de Estratégias Autoprejudiciais para estudantes universitários, que foi adaptada para o ensino médio nesta pesquisa, e um protocolo de entrevista semiestruturada de autoria própria. Através dos escores totais observados na amostra (n=58), foram selecionados três estudantes que apresentaram os menores escores e três que apresentaram os maiores escores para participarem de entrevistas individuais, totalizando seis entrevistados. Os resultados quantitativos apontaram maior identificação dos alunos com estratégias autoprejudiciais como a preparação adequada antes de avaliações e o mau gerenciamento do tempo. Já os resultados qualitativos apontaram que, para o menor desempenho, foi possível observar que as atribuições de causalidade foram majoritariamente de lócus instável, não controlável e externo. E, para o maior desempenho, foi possível observar que as atribuições de causalidade foram majoritariamente de lócus interno, estável e controlável. Através das entrevistas, foram relatadas diferentes justificativas mobilizadas pelos estudantes para justificar o desempenho, como o estilo de aula dos professores, o estilo de aprendizagem, as características das disciplinas, a relação entre eles e os docentes, afinidade pela disciplina, a valorização da área do conhecimento pela família e o baixa capacidade de organização do estudo e gerenciamento do tempo. Dessa maneira, esta pesquisa pode contribuir para o entendimento das diferentes atribuições causais realizadas por alunos do ensino médio e para o olhar crítico sobre a relação entre a aprendizagem e outros fatores como cognição, metacognição, relações interpessoais e emoções.