A AUTORREPRESENTAÇÃO COMO UM NOVO OBJETO MUSEOLÓGICO - O CASO DOS CURADORES BORORO NO MUSEU DE HISTÓRIA DO PANTANAL

Este texto propõe reenquadrar a autorrepresentação a partir de uma nova perspectiva: como um novo objeto de representação do campo museológico, isto é, um metaobjeto de formas socialmente reconhecíveis, derivado de uma específica tecnologia social, cuja lógica de operação e efeitos práticos dos seus...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Silva, Aramis Luis
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Revista Espaço ameríndio
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:seer.ufrgs.br:article/102712
Acceso en línea:https://seer.ufrgs.br/index.php/EspacoAmerindio/article/view/102712
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Autorrepresentação
Bororo
Curadoria indígena
Museologia
Autorrepresentação indígena
Descripción
Sumario:Este texto propõe reenquadrar a autorrepresentação a partir de uma nova perspectiva: como um novo objeto de representação do campo museológico, isto é, um metaobjeto de formas socialmente reconhecíveis, derivado de uma específica tecnologia social, cuja lógica de operação e efeitos práticos dos seus possíveis modos de uso ainda reclamam por investigações mais detalhadas. Isso será feito por meio da análise da participação dos curadores bororo da aldeia de Meruri, do Mato Grosso, vinculados ao Museu das Culturas Dom Bosco, da Missão Salesiana, no processo de formação do Museu de História do Pantanal (Muhpah), da cidade de Corumbá, Mato Grosso do Sul. A partir de parcerias colaborativas situadas e contextualmente estabelecidas, foi essa rede que produziu o diorama instalado na seção etnológica da instituição que passou a representar localmente não só “a cultura bororo”, como também a “autorrepresentação bororo”.