Influência do gás argônio na vida da ferramenta de metal-duro durante o torneamento da superliga VRC625
Superligas à base de níquel possuem elevada resistência mecânica, aliada a uma baixa condutividade térmica. São recomendadas para aplicações em ambientes corrosivos e altas temperaturas como em componentes mecânicos para indústria aeroespacial, química e petrolífera. Entretanto, apresentam baixa usi...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/200572 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/200572 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Torneamento Superligas (Engenharia) Argônio Ferramentas Rugosidade de superfície Turning of VRC625 superalloy Argon gas Tool life Machining force Machined surface roughness |
| Sumario: | Superligas à base de níquel possuem elevada resistência mecânica, aliada a uma baixa condutividade térmica. São recomendadas para aplicações em ambientes corrosivos e altas temperaturas como em componentes mecânicos para indústria aeroespacial, química e petrolífera. Entretanto, apresentam baixa usinabilidade. Por isso, a elevada taxa do desgaste da ferramenta de corte e a busca por novas técnicas lubrirrefrigerantes ambientalmente corretas, que minimizem os efeitos das altas temperaturas nas interfaces cavaco-ferramenta e ferramenta-peça, são um dos principais desafios dos pesquisadores durante a usinagem desses materiais. Nesse contexto, realizaram-se ensaios de vida da ferramenta de metal-duro classe S com revestimento PVD utilizando gás argônio durante o torneamento da superliga VRC625 em comparação ao corte a seco. Em ambos os casos (a seco e com gás argônio) foram analisadas as falhas (desgastes e avarias) das ferramentas, as magnitudes das componentes ortogonais da força de usinagem (passiva, corte e avanço), as rugosidades das superfícies usinadas (perfis e parâmetros) e as geometrias dos cavacos gerados. Os resultados apresentaram aspectos favoráveis à utilização do gás argônio, pois promoveu um aumento de 10% na vida útil da ferramenta e redução de 47% no desgaste de entalhe. A utilização do gás argônio proporcionou pequena redução na rugosidade das superfícies usinadas (cerca de 5%) e alteração na geometria do cavaco durante a vida da ferramenta. Porém, não foram observadas mudanças significativas nas amplitudes das forças de usinagem e nas geometrias dos cavacos formados. |
|---|