Aspectos botânicos e clínicos das intoxicações por plantas das Famílias Araceae, Euphorbiaceae e Solanaceae no Estado de Pernambuco
Trata-se de um estudo investigativo sobre os aspectos botânicos e clínicos das intoxicações humanas provocadas por espécies das famílias Araceae, Euphorbiaceae e Solanaceae. É um estudo transversal, descritivo, com abordagem quantitativa, aprovado pelo Comitê de Ética do Hospital da Restauração. Os...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/24851 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/24851 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Solanaceae Plantas Tóxicas Araceae Euphorbiaceae Toxic Plants |
| Sumario: | Trata-se de um estudo investigativo sobre os aspectos botânicos e clínicos das intoxicações humanas provocadas por espécies das famílias Araceae, Euphorbiaceae e Solanaceae. É um estudo transversal, descritivo, com abordagem quantitativa, aprovado pelo Comitê de Ética do Hospital da Restauração. Os dados referentes ao período de 1992 a 2009 foram coletados no Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco (CEATOX). Dos 214 prontuários analisados, 140 tiveram diagnóstico de intoxicação por espécies das famílias Araceae (55%; n=77); Euphorbiaceae (36,43%; n=51) e Solanaceae (8,57%; n=12). A maioria das Araceae foi representada por Dieffenbachia amoena Bull (50%); Euphorbiaceae por Manihot esculenta Crantz (11,42%) e Solanaceae por Brugmansia suaveolens (Willd.) Bercht. & J. Presl. (5,71%), utilizadas como ornamental, alimentícia, medicinal, em brincadeiras infantis e suicídio. Em consequência da ingestão de partes dessas plantas os sintomas apresentados foram: edema (língua, lábio), náusea, diarreia, rubor facial, midríase, alucinações e dores abdominais. O tratamento constou de observação clínica (45,31%) e tratamento sintomático (40,18%). A gravidade das intoxicações foi classificada como aguda moderada em 79,69% dos pacientes. |
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