Aspectos botânicos e clínicos das intoxicações por plantas das Famílias Araceae, Euphorbiaceae e Solanaceae no Estado de Pernambuco

Trata-se de um estudo investigativo sobre os aspectos botânicos e clínicos dasintoxicações humanas provocadas por espécies das famílias Araceae, Euphorbiaceae e Solanaceae.É um estudotransversal,descritivo,comabordagemquantitativa,aprovado peloComitêdeÉticadoHospitaldaRestauração.Osdados referentes...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Baltar, Solma Lúcia Souto Maior de Araújo, Franco, Erivelton S, Amorim, Lucineide P., Pedrosa, Helaine C.S., Paixão, Thiane N., Pereira, Rita C.A., Maia, Maria B.S.
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ)
Repositorio:Revista Fitos
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistafitos.far.fiocruz.br:article/508
Acceso en línea:https://revistafitos.far.fiocruz.br/index.php/revista-fitos/article/view/508
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Plantas tóxicas. Araceae. Euphorbiaceae. Solanaceae
Descripción
Sumario:Trata-se de um estudo investigativo sobre os aspectos botânicos e clínicos dasintoxicações humanas provocadas por espécies das famílias Araceae, Euphorbiaceae e Solanaceae.É um estudotransversal,descritivo,comabordagemquantitativa,aprovado peloComitêdeÉticadoHospitaldaRestauração.Osdados referentes aoperíodode1992a2009foramcoletadosno Centro de Assistência Toxicológica de Pernambuco(CEATOX).Dos 214 prontuários analisados, 140 tiveram diagnósticode intoxicação por espécies das famílias Araceae (55%; n=77); Euphorbiaceae (36,43%; n=51) e Solanaceae (8,57%; n=12). A maioria dasAraceaefoirepresentadaporDieffenbachiaamoenaBull(50%); Euphorbiaceae por ManihotesculentaCrantz(11,42%)eSolanaceaeporBrugmansiasuaveolens(Willd.)Bercht.&J.Presl.(5,71%), utilizadas como ornamental, alimentícia, medicinal, em brincadeirasinfantis esuicídio.Em consequência da ingestão de partes dessasplantas ossintomasapresentadosforam:edema(língua,lábio),náusea, diarreia, rubor facial, midríase,alucinaçõese dores abdominais.O tratamento constou de observação clínica (45,31%) e tratamento sintomático (40,18%). A gravidade das intoxicações foi classificada como agudamoderada em 79,69% dos pacientes.