O direito à saúde de pessoas trans* no Distrito Federal: entre o direito de existir e o direito à equidade
Objetivo: compreender como os movimentos sociais trans* do Distrito Federal entendem o direito à saúde. Método: tratou-se de uma pesquisa qualitativa realizada com líderes de movimentos sociais trans* do Distrito Federal em que foram realizadas entrevistas semiestruturadas e os dados foram analisado...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da FIOCRUZ (ARCA) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:arca.fiocruz.br:icict/63256 |
| Acceso en línea: | https://arca.fiocruz.br/handle/icict/63256 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Pessoas transgênero Minorias sexuais e de gênero Direito à saúde Ativismo político Personas transgénero Minorías sexuales y de género Derecho a la salud Activismo político Pessoas Transgênero Minorias Sexuais e de Gênero Equidade em Saúde Direito à Saúde 05 Igualdade de gênero 10 Redução das desigualdades |
| Sumario: | Objetivo: compreender como os movimentos sociais trans* do Distrito Federal entendem o direito à saúde. Método: tratou-se de uma pesquisa qualitativa realizada com líderes de movimentos sociais trans* do Distrito Federal em que foram realizadas entrevistas semiestruturadas e os dados foram analisados por intermédio da técnica de análise de conteúdo e agrupados em unidades temáticas. Resultado: foi possível compreender que os movimentos sociais trans* compreendem o direito à saúde como o direito de existir e o direito à equidade. Além disso, entendem também que a implementação do ambulatório trans* no Distrito Federal é uma conquista de direito à saúde. Conclusão: as pessoas trans* estão buscando serem reconhecidas como sujeitos de direito, tanto à saúde como ao direito humano mais básico, o direito de existir. |
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