O envelhecimento sob a perspectiva da pessoa idosa transgênero e travesti : corpos que existem e resistem
O aumento do percentual de pessoas idosas no Brasil permite uma amplitude acerca dos estudos sobre as velhices, suas potencialidades e subjetividades, especialmente em relação às velhices marginalizadas, como as minorias de gênero e orientação sexual. O presente estudo teve por objetivo conhecer o p...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/56561 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/56561 |
| Access Level: | acceso embargado |
| Palabra clave: | Idoso Travestilidade Pessoas Transgênero Minorias Sexuais e de Gênero Envelhecimento Etarismo |
| Sumario: | O aumento do percentual de pessoas idosas no Brasil permite uma amplitude acerca dos estudos sobre as velhices, suas potencialidades e subjetividades, especialmente em relação às velhices marginalizadas, como as minorias de gênero e orientação sexual. O presente estudo teve por objetivo conhecer o processo de envelhecimento na perspectiva das singularidades subjetivas de pessoas idosas transgênero ou travesti. Trata-se de um estudo qualitativo, guiado por entrevista semiestruturada e que contou com a participação de duas entrevistadas, pessoas idosas transgênero. Empregou-se a análise de conteúdo segundo Bardin (2011), a fim de codificar as falas coletadas, gravadas e transcritas. Os dados foram discutidos a partir da perspectiva filosófica de Michel Foucalt (2010), Judith Butler (2002; 2003; 2006; 2015) e Achile Mbembe (2016). Os resultados foram organizados em quatro eixos de análise: envelhecer na perspectiva da pessoa transgênero; transgeneridade, trabalho e envelhecimento; preconceitos vivenciados pelas pessoas transgênero e mecanismos de enfrentamento, por parte de pessoas idosas transgênero, frente aos preconceitos vivenciados. Conclui-se, portanto, que a pluralidade caracterizou o processo de envelhecimento sob a perspectiva das mulheres idosas transgênero participantes da pesquisa. A hipótese inicial de relatos quase que exclusivamente demarcados pela exclusão foi contraposta por relatos de mecanismos de resiliência e enfretamento, individuais e coletivos, que ajudaram e ajudam a ressignificar eventos traumáticos e dão o impulso necessário para a continuação de suas existências e da expressão de suas artes. |
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