Uma irmandade em redefinição: impasses da organização do assentamento da Comunidade Cafuza (SC) em torno da proposta de trabalho coletivo.
Este trabalho apresenta um estudo sobre a Comunidade Cafuza, cujo objetivo é compreender a organização do grupo em torno de um projeto de produção coletiva de erva-mate, elaborado pelos Cafuzos em conjunto com várias pessoas que lhes prestam assessoria.Os Cafuzos estão assentados há seis anos no mun...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1999 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-11042002-145741 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8134/tde-11042002-145741/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | associativism associativismo campesinato conflito interétnico interethnic conflict peasants racism racismo |
| Sumario: | Este trabalho apresenta um estudo sobre a Comunidade Cafuza, cujo objetivo é compreender a organização do grupo em torno de um projeto de produção coletiva de erva-mate, elaborado pelos Cafuzos em conjunto com várias pessoas que lhes prestam assessoria.Os Cafuzos estão assentados há seis anos no município de José Boiteux, em Santa Catarina. Totalizam 180 pessoas e constituem um grupo familiar extenso cuja origem é o casamento de um negro e uma índia no final do século passado. Viveram e sobreviveram à Guerra do Contestado, no início deste século, após a qual migraram do Planalto Catarinense para o Vale do Itajaí, onde, mais uma vez, foram expulsos da terra. Para compreender os impasses que surgiram na condução do projeto coletivo se busca a história do segmento populacional do qual este grupo faz parte, o campesinato aqui denominado brasileiro, e suas relações com outros segmentos e classes sociais. Também se considerou a relação interétnica conflitiva que têm com os colonos da região e a forma como se constrói a identidade étnica do grupo. Todo este conjunto é, então, confrontado com as diretrizes do projeto coletivo e consegue perceber-se como os Cafuzos as reinterpretaram adaptando-as aos valores e às contradições que elaboraram ao longo de sua história. |
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