Balanços de vidas rebeldes dos dois lados do muro : a situação da juventude socialista em Os novos sofrimentos do jovem W., de Ulrich Plenzdorf e a geração de 68 em Vermelho, de Uwe Timm

A presente tese estabelece um confronto entre dois textos literários: Os novos sofrimentos do jovem W. (1973), de Ulrich Plenzdorf, e Vermelho (2001), de Uwe Timm, o primeiro da antiga RDA e o segundo da Alemanha Ocidental, embora escrito e publicado após a reunificação. Eles retratam o conflito da...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Krause, Ana Helena
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da PUC_RS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2.pucrs.br:tede/1932
Acceso en línea:http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1932
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:TEORIA LITERÁRIA
LITERATURA ALEMÃ - HISTÓRIA E CRÍTICA
NARRATIVA LITERÁRIA
TIMM, UWE - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
PLENZDORF, ULRICH - CRÍTICA E INTERPRETAÇÃO
JUVENTUDE - ALEMANHA
CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS
Descripción
Sumario:A presente tese estabelece um confronto entre dois textos literários: Os novos sofrimentos do jovem W. (1973), de Ulrich Plenzdorf, e Vermelho (2001), de Uwe Timm, o primeiro da antiga RDA e o segundo da Alemanha Ocidental, embora escrito e publicado após a reunificação. Eles retratam o conflito da juventude com a geração dos pais e a sociedade por volta de 1968. Apesar de contextos supostamente opostos ideologicamente, economia de mercado e Socialismo, constatam-se várias semelhanças no percurso dessas gerações dos dois lados da Cortina de Ferro. O narrador de Os novos sofrimentos do jovem W. faz seu relato após a morte enquanto o de Vermelho (2001) repassa sua vida nos vagos instantes entre acidente e morte. Suas narrativas resultam em um balanço de vida que apresenta as gerações do século XX em ambos os estados alemães e as relações entre elas. A opção dos autores por uma perspectiva post mortem é justificada pelas vantagens retóricas que a voz de um morto oferece junto ao leitor: a autoridade de quem concluiu a vida e possui experiência a transmitir aos que ficam.