Coexistências em diálogo: ciência e pedagogia Kaingang produzindo a diferença epistêmica
Este artigo se baseia em duas premissas: a de que existe ciência produzida pelos povos nativos, e, ainda, que o modelo educativo que lhes é específico difere daquele reproduzido nas esferas educacionais oficiais. A partir do olhar decolonial, reforça-se a necessidade de dar vez e voz aos acadêmicos...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFSC |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufsc.br:123456789/230568 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/230568 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Ciência nativa protagonismo Kaingang Decolonialidade |
| Resumo: | Este artigo se baseia em duas premissas: a de que existe ciência produzida pelos povos nativos, e, ainda, que o modelo educativo que lhes é específico difere daquele reproduzido nas esferas educacionais oficiais. A partir do olhar decolonial, reforça-se a necessidade de dar vez e voz aos acadêmicos indígenas, que buscam, em suas produções intelectuais, recuperar e destacar a força de suas tradições, rompendo com a fragmentação e hierarquização presentes na ciência ocidental. Destaca-se ainda a construção da Pedagogia da Retomada, como uma possibilidade de dar visibilidade a conhecimentos e metodologias produzidos por acadêmicos da etnia Kaingang, apontando diferentes olhares para a organização dos processos educativos, em contraposição ao modelo racional e instrumental imposto pela lógica eurocêntrica. |
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